Palavras.com é um blog que pretende reunir perspectivas diferentes relativas aos mais variados assuntos, pretende tocar no coração de cada leitor seja com recurso à música, à poesia, a reflexões, a debates... Conto com a colaboração de todos e de cada um para construir um espaço rico em ideias e opiniões.
sábado, 8 de maio de 2010
Lara Fabian - Love By Grace
Eu me lembro da chuva no telhado naquela manhã
E de todas as coisas que eu quis dizer
As palavras irritadas que vem do nada sem avisos
Aquilo roubou o momento e me mandou pra longe
E você esta lá parado ao lado da porta, chorando
E eu imaginando se eu voltaria
Refrão:
Eu disse que eu não vim aqui para deixar você
Eu não vim aqui para perder
Eu não vim aqui acreditando que eu ficaria longe de você
Eu não vim aqui para descobrir que
Há uma fraqueza em minha fé
Eu fui trazida aqui pelo poder do amor
A graça do amor
E eu me lembro de que a estrada não tinha fim
E eu não conseguia retornar com o meu carro
Ate você, naquela distância, como um tesouro longamente perdido
Uma cabine telefônica que não conseguia encontrar
E você permanecia lá na entrada, esperando
E o momento quando nós nos deitamos
Refrão
Aquele foi apenas um momento na vida
E um que nunca esqueceremos
Um que nós podemos deixar para trás
Pois quando houver dúvidas
Você vai lembrar de que eu disse
Eu nao vim aqui acreditando que eu ficaria longe de você
Eu não vim para descobri que
Há uma fraqueza em minha fe
Eu fui trazida aqui pelo poder do amor
Eu fui trazida aqui pelo poder do amor
A graça do amor
quinta-feira, 18 de março de 2010
DIVÓRCIO
Ultimamente tenho cada vez mais a percepção de que a sociedade despreza valores essenciais, Portugal viveu um período de grande repressão e por vezes acredito, que ainda existe a euforia de fazer tudo o que antes era proibido.
O tema que trago hoje para abrir este blog é o divórcio. Até que ponto esta acção está a ser banalizada?
Existem alguns pontos que eu tenho que deixar claro, evidentemente que este é um recurso resultante da liberdade de cada indivíduo e torna-se um utensílio único de auto-defesa, é a capacidade de nos libertarmos de quem nos proporciona maus momentos. É evidente que é perfeitamente legítimo o divórcio quando um casal se vê envolvido em situações extremas de violência, infelicidade ou um dos membros é problemático mas, quantas vezes o divórcio resulta da falta de compreensão? Do excesso de orgulho? Da incapacidade de ouvir?
É esta a minha crítica... Os casais assumem o casamento como algo ritual e pautado de enorme cariz social, uma forma de dar a conhecer publicamente à sua rede de afectos (e não só) a relação que mantêm, para logo a seguir não serem capazes de aceitar diferenças de opiniões, não conseguirem quebrar rotinas e manter o amor vivo, não serem capazes de ceder em prol da felicidade do outro...
Lamento este crescente aumento da taxa de divórcios no nosso país... Por isso, felicidades para aqueles que mantêm relações baseadas na compreensão, companheirismo e amor. Felicidades para aqueles que escolherem o divórcio como uma fuga a uma enorme dor (torna-se legítimo). Felicidades a todos aqueles que cometeram erros e que se arrependem.
O tema que trago hoje para abrir este blog é o divórcio. Até que ponto esta acção está a ser banalizada?
Existem alguns pontos que eu tenho que deixar claro, evidentemente que este é um recurso resultante da liberdade de cada indivíduo e torna-se um utensílio único de auto-defesa, é a capacidade de nos libertarmos de quem nos proporciona maus momentos. É evidente que é perfeitamente legítimo o divórcio quando um casal se vê envolvido em situações extremas de violência, infelicidade ou um dos membros é problemático mas, quantas vezes o divórcio resulta da falta de compreensão? Do excesso de orgulho? Da incapacidade de ouvir?
É esta a minha crítica... Os casais assumem o casamento como algo ritual e pautado de enorme cariz social, uma forma de dar a conhecer publicamente à sua rede de afectos (e não só) a relação que mantêm, para logo a seguir não serem capazes de aceitar diferenças de opiniões, não conseguirem quebrar rotinas e manter o amor vivo, não serem capazes de ceder em prol da felicidade do outro...
Lamento este crescente aumento da taxa de divórcios no nosso país... Por isso, felicidades para aqueles que mantêm relações baseadas na compreensão, companheirismo e amor. Felicidades para aqueles que escolherem o divórcio como uma fuga a uma enorme dor (torna-se legítimo). Felicidades a todos aqueles que cometeram erros e que se arrependem.
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